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J. Oliveira Branco

Nasceu em Tentúgal em 1933. Licenciado em Filosofia na Universidade Gregoriana (Roma), foi professor de Filosofia no Seminário de Coimbra a partir de 1965. Trabalhou na Rádio Renascença (Lisboa).É Professor do Instituto Superior de Estudos Teológicos de Coimbra desde a sua fundação e assistente religioso dos estabelecimentos prisionais de Coimbra.

Doutorou-se em Filosofia com uma tese sobre O Humanismo Crítico de António Sérgio, cuja publicação se encontra há muito esgotada. Em parceria com o Professor Doutor Sebastião Formosinho publicou O Brotar da Criação – Um Olhar Dinâmico pela Ciência, a Filosofia e a Teologia, A Pergunta de Job – O Homem e o Mistério do Mal e este, O Deus Que Não Temos – Uma História das Grandes Intuições e Mal-entendidos.


J.M. Debord

Reconhecido especialista na interpretação de sonhos, Debord é autor de três obras importantes sobre os sonhos, entre elas Hoje Sonhei Que Voava (Bizâncio). É conferencista, mediador do fórum de sonhos Reddit.com e presença frequente nos media.

Jack Lang

Nasceu em 1939. Professor de Direito Público, socialista, foi membro e presidente da Comissão de Negócios Estrangeiros da Assembleia Nacional de França, para a qual foi eleito pela primeira vez em 1986. Entre 1981 e 1986 foi ministro da Cultura, cargo que voltaria a ocupar entre 1988 e 1992. Foi deputado ao Parlamento Europeu e ministro da Educação, cargo que exerceu até 2002. Vive em Paris.


Jan Eliot

Nasceu em San José, na Califórnia. Depois da licenciatura, teve uma série de empregos das bibliotecas itinerantes, à venda de automóveis.

Um emprego no departamento de produção de um jornal levou-a à carreira de designer gráfica… e de novo às Artes. Trabalhou, durante sete anos, numa agência de publicidade, colaborou com algumas revistas e persuadiu o jornal local a publicar a sua banda desenhada Sister City (uma versão anterior de Sopa de Pedra).

A educar duas filhas com menos dinheiro do que o suficiente, menos tempo do que o suficiente e menos paciência que o suficiente, a banda desenhada era o escape perfeito para as frustrações do dia-a-dia e para a salvaguarda da sua sanidade mental.

A designação Sopa de Pedra, proveniente de um antigo conto tradicional, amplamente conhecido entre nós, demonstra a forma como é possível transformar escassos recursos numa forma de festejar e celebrar – criando alguma coisa a partir do nada.


Jan Karski

1914-2000. Jurista, diplomata, historiador e professor da universidade de Georgetown. Em 1939, com o eclodir da Segunda Guerra Mundial, Karski, então tenente do exército foi preso pelos alemães. Conseguiu evadir-se e juntou-se aos grupos de resistência polaca. A partir de 1940 actuou como mensageiro do movimento de resistência e viajou entre a Polónia, Inglaterra e França, transportando informações para o Governo da Polónia em exílio. Novamente detido e torturado em Julho de 1940, Jan Karski tentou o suicídio, numa tentativa desesperada de proteger o resto dos membros da resistência e não revelar qualquer informação. Disposto a testemunhar na primeira pessoa a tremenda situação que se vivia no Gueto de Varsóvia, Jan Karski regressou à Polónia e redigiu um relatório que mais tarde entregou ao Primeiro-Ministro britânico e ao Presidente norte-americano – relatando a situação catastrófica que se vivia: falou de pessoas a morrerem nas ruas, crianças demasiado fracas para se moverem e pediu que se agisse rapidamente de forma a impedir o Holocausto. Depois da guerra Jan Karski manteve-se nos EUA, doutorou-se na Universidade de Georgetown e tornou-se professor, leccionando durante mais de 40 anos.


Janine Driver

É a fundadora, presidente do instituto de Body Language, que oferece programas de superior qualidade, e devidamente certificados, que ajudam a formar executivos, equipas de vendas e outros profissionais para quem o conhecimento da linguagem corporal é decisivo. Empresas de renome mundial recorrem, com frequência, aos seus serviços: Coca Cola, AOL, Lockheed, entre outras.

Publicou diversas obras no âmbito da linguagem corporal e é presença assídua nos media.

Começou a sua carreira no Ministério da Justiça, como funcionária federal dando formação a advogados, juízes e forças policiais sobre linguagem corporal.

A sua obra Como Observar as Pessoas (Bizâncio) foi considerado um best seller pelo Washington Post, e pelo New York Times.


Jean Renoir

1894-1979 foi um cineasta, escritor, argumentista, actor e realizador francês. Era o segundo filho do pintor impressionista Pierre-Auguste Renoir, e sobre ele escreveu a obra Pierre-Auguste Renoir- Meu Pai (Bizâncio). Mal aceites no seu tempo, os seus filmes são hoje considerados como expoentes máximos da arte cinematográfica. Em 1975 receberia um Óscar especial, em reconhecimento pela sua obra e em 1976 foi condecorado pelo Ministério da Cultura de França.

 


 

Jeff Parker

Depois de uma infância passada a conviver com foguetões, na Florida, começou a desenhar cartoons editoriais que são publicados em centenas de jornais. Já recebeu inúmeros prémios pelo seu trabalho de que se destacam o da Society of Professional Journalists, o Reuben Division Award da National Cartoonist Society, entre outros. Os seus cartoons surgem com frequência na CNN, Fox News, Le Monde, Courrier Internacional, The New York Times e muitos outros

 


Jerry Scott

Dedica-se à escrita das tiras Baby Blues e Zits desde que recebeu o prémio para melhor cartoonista em 2001 atribuído pela National Cartoonists Society.

Recebeu também outros prémios pelo seu trabalho de que se destacam: The National Cartoonists Society’s Silver Reuben Award for Best Comic Strip para os anos de 1995, 1998, e 1999, The Adamson Statuette e The Max & Moritz Prize. Vive actualmente na Califórnia.


Joan London

Joan London é autora de duas colecções de histórias premiadas: Sister Ship e Letter to Constantine, publicadas num único volume, The New Dark Age. O seu primeiro romance, Gilgamesh, venceu o prémio Age de ficção de 2002 e integrou a lista de candidatos ao prémio Orange. O seu segundo romance, The Good Parents, ganhou o prémio Christina Stead de ficção do ano de 2009. O Terceiro País é o seu terceiro romance e todas as suas obras estão publicadas em diversos países.


Joana Pontes

Nasceu em 1960. Li­cenciou-se em Psicologia Social e estudou Cinema. Tem-se dedicado à escrita e realização de documen­tários, dos quais se destacam, entre outros: «As Horas do Douro» e «Portugal, um Retrato Social», ambos em co-autoria com António Barreto, e «A Hora da Liberdade», em co-au­toria com Rodrigo de Sousa e Castro, no argumento. Actual­mente, é doutoranda em História Contemporânea.

 


John Powell

É um cientista com formação musical clássica, orador em conferências internacionais e um exímio executante de guitarra, em bares, a troco de cerveja, a sua actividade favorita.Tem um mestrado em Composição Musical e um doutoramento em Física, que ensinou nas universidades de Nottingham e Lulea (Suécia).

É professor de Acústica Musical na Universidade de Sheffield e vive em Nottingham.


Jorge de Oliveira e Sousa

Nasceu em Lisboa em 1945. Politólogo, exilou-se na Bélgica em 1966. Assistente da Universidade Católica de

Lovaina, funcionário da Organização das Nações Unidas, posteriormente director-geral da Comunicação na União Europeia e professor no Colégio da Europa (Bruges). Docente do Colégio Europeu de Parma. Poeta e ensaísta.

 


Jorge Lima

Nascido em Coimbra, em 1961, é licenciado em

Engenharia Química e concluiu o Certificate of Proficiency in English – Cambridge, em 1978. Desempenhou funções de copywriter de Publicidade ao longo da década de 90, e é tradutor desde 1990 (desde 2000 a tempo inteiro). O seu trabalho de tradução reparte-se pela tradução técnico-científica, romance, humor e literatura infanto-juvenil.

É igualmente blogger e autor desde há quinze anos da tira diária «Pensamentos do Dalai Lima», já emitida na RTP e publicada em três livros, dois dos quais na Bizâncio.


José Calvet de Magalhães

1915-2004. Licenciou-se em Direito pela Universidade de Lisboa em 1940. Interessou-se, desde sempre, pela diplomacia o que o levou ao lugar de adido, no Ministério dos Negócios Estrangeiros, em 1941. Foi depois cônsul em Nova Iorque, Boston e Cantão. Em 1951 assumiu o secretariado da Embaixada

de Paris. Já na década de 60 foi designado representante junto da Comunidade Económica Europeia. Mais tarde, desempenhou funções de embaixador junto da Santa Sé, onde presidiu às negociações para a Revisão da Concordata, em 1975. O seu regresso à vida académica deu-se em 1995, como professor associado da Universidade Autónoma de Lisboa, e em 2000 como professor convidado da Universidade Nova de Lisboa. Para além de diplomata, foi um profícuo escritor, com variadíssimos títulos publicados, nas mais diversas áreas.


José Medeiros Ferreira

1942-2014. Licenciou-se em História, em Genebra e doutorou-se em História Institucional e Política na Universidade Nova de Lisboa. Dedicou a sua vida a uma notável carreira académica, quer em Genebra, quer posteriormente em Lisboa, e foi autor de numerosas obras no domínio das Relações Internacionais. Militante socialista, foi deputado da Assembleia Constituinte em 1975 e Ministro dos Negócios Estrangeiros do I Governo Constitucional, chefiado por Mário Soares. Foi agraciado com a grã-cruz da Ordem do Infante (1981) e da Ordem da Liberdade (1998).


José Morais

Nasceu em Lisboa em 1943. Neuro-psicólogo, exilou-se na Bélgica em 1968, depois de cinco anos na clandestinidade. Professor emérito da Universidade

Livre de Bruxelas, onde leccionou Psicologia

Cognitiva e dirigiu o Laboratório de Psicologia Experimental.

É ensaísta e romancista.


José Sasportes

É escritor e historiador de dança. Em 1970 publicou a primeira História da Dança em Portugal e, em 2011, coordenou a primeira Storia della Danza Italiana. Autor de livros e ensaios sobre a dança nos séculos XVIII e XX, fundou e dirige a revista La Danza Italiana, dedicada à investigação da história da dança italiana. Em 2012, a Associazione Italiana per la Ricerca in Danza promoveu a publicação do volume Passi. Tracce. Percorsi – scritti sulla danza italiana in omaggio a José Sasportes (Aracne, Roma), em que colaboraram vinte e cinco especialistas italianos e estrangeiros.


Juan Luís Cebrián

Jornalista e escritor, foi director do El País, de cuja empresa editora é, desde finais de 1988, conselheiro. Membro da Real Academia Espanhola, escreveu vários livros de ensaio, entre os quais, La prensa y la calle, El tamaño del elefante, La España que bosteza), El siglo de las sombras e La red, Cartas a Um Jovem Jornalista (Bizâncio)e romances como La rusa, La isla del viento e La agonía del dragón.

 


Julian Haylock

Foi editor da CD Review e das revistas International Piano e CD Classics. É autor de biografias de Mahler, Rachmaninov, Puccini (Bizâncio) e co- autor dos guias de bolso Classical Music on CD e Opera Music on CD. Escreve para inúmeras revistas, como a BBC Music Magazine ou a International Record Review. Produziu diversos discos e desempenhou funções de violinista-violista, acompanhante e maestro, carreira musical que entretanto abandonou.